Direito dos Professores

Advogado de aposentadoria do professor em Salvador

Para o professor que teve a aposentadoria negada ou calculada sem considerar o tempo de magistério. O escritório revisa o seu tempo de contribuição e as regras aplicáveis, em Salvador e online para todo o Brasil.

15 anos de atuaçãoPresencial em Salvador e online no Brasil

Talvez você esteja passando por isso

Situações comuns na aposentadoria de quem dedicou anos ao magistério.

A sua aposentadoria de professor foi negada pelo INSS ou pelo regime próprio.

O tempo em sala de aula não foi contado corretamente.

Você não sabe qual regra de transição se aplica ao seu caso.

O valor da aposentadoria veio abaixo do que você esperava.

Como o escritório ajuda

O primeiro passo é entender a sua situação e explicar, sem juridiquês, o que pode ser feito.
  • Análise de holerites, portarias e tempo de magistério
  • Orientação clara sobre o que a lei do magistério prevê
  • Caminho administrativo ou judicial, conforme o caso
  • Acompanhamento presencial em Salvador ou online
Contar a minha situação
Como funciona

Do primeiro contato ao acompanhamento

Um caminho simples e transparente, para você saber o que esperar a cada etapa.

Etapa 01 do atendimento: primeiro contato
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Primeiro contato

Você conta a sua situação pelo WhatsApp ou presencialmente. A conversa inicial serve para entender o que aconteceu com o seu direito.

Etapa 02 do atendimento: análise do caso
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Análise do caso

O escritório examina holerites, portarias, tempo de serviço e o que a lei do magistério prevê para o seu caso.

Etapa 03 do atendimento: estratégia
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Estratégia

Definimos o caminho: pedido administrativo junto ao órgão ou ação judicial, conforme a sua situação.

Etapa 04 do atendimento: acompanhamento
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Acompanhamento

Você acompanha cada etapa e fala direto com quem cuida do caso, do início ao fim.

Quem vai cuidar do seu caso

Autoridade em Direito dos Professores

Um escritório dedicado a públicos que costumam ser pouco atendidos, com atenção ao seu caso do primeiro contato ao fim.

Dr. Victor Freire, advogado do escritório Freire e Shimizu, em Salvador - BA
Freire e Shimizu Advocacia

Direito traduzido para quem vive o problema

Há 15 anos o Dr. Victor Freire atua ao lado de professores da rede pública e privada, em piso salarial, aposentadoria do magistério, adicional de insalubridade, desvio de função e progressão de carreira. O trabalho começa por entender o caso e explicar, em linguagem clara, o que a lei prevê para a sua situação.

O escritório fica na Rua Alceu Amoroso Lima, 780, sala 419, em Salvador, e atende presencialmente a capital e a Região Metropolitana, incluindo Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho, além de todo o estado da Bahia. Para quem está em outra cidade, o atendimento é online para todo o Brasil, por vídeo e WhatsApp.

15 anosde atuação
+200clientes atendidos
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Os sócios

Quem faz o atendimento

O escritório é conduzido diretamente pelos dois sócios, do primeiro contato à conclusão do caso.

Dr. Victor Freire, advogado, no escritório em Salvador - BA

Victor Freire

Advogado

Há 15 anos ao lado de professores e de famílias de pessoas com autismo, em Direito dos Professores, direitos do autista e Previdenciário.

Dr. Marcos Shimizu, advogado, no escritório em Salvador - BA

Marcos Shimizu

Advogado

Sócio do escritório Freire e Shimizu, no atendimento em Salvador e online para todo o Brasil.

Dúvidas frequentes

Perguntas que mais chegam ao escritório

Respostas gerais e informativas. Cada caso é analisado individualmente, com atenção às suas particularidades.

Tirar uma dúvida no WhatsApp

Sim. O magistério tem idade mínima e tempo de contribuição reduzidos em relação às demais categorias, exigido o tempo efetivo em funções de magistério. As regras variam conforme o regime e a data de ingresso.

As regras diferem entre o INSS e os regimes próprios estaduais e municipais. O escritório analisa qual se aplica a partir do seu histórico.

O tempo de efetivo exercício no magistério é comprovado por documentos funcionais. A contagem correta pode mudar a data e o valor da aposentadoria.

Uma negativa não encerra o assunto. É possível recorrer na via administrativa ou judicial, depois de entender o motivo da negativa.

Em alguns casos sim, quando há erro no cálculo ou tempo não considerado, respeitados os prazos. A revisão começa pela análise do processo.

Não. O escritório atende presencialmente em Salvador e online para todo o Brasil.

O tempo especial de magistério

O professor da educação básica tem uma regra de aposentadoria mais favorável do que a das demais categorias, em reconhecimento ao desgaste da atividade em sala de aula. Esse tempo especial vale para quem exerce a docência na educação infantil, no ensino fundamental ou no ensino médio. O Supremo Tribunal Federal já definiu que a função de magistério, para esse fim, inclui também a direção, a coordenação e o assessoramento pedagógico, desde que exercidos por quem é professor, o que amplia o alcance do benefício.

A regra permanente para quem entrou depois da reforma

A Emenda Constitucional 103/2019, promulgada em novembro de 2019, fixou a regra permanente para o professor vinculado ao INSS que ingressou após a reforma: idade mínima de 57 anos para a mulher e 60 anos para o homem, com 25 anos de tempo exclusivo de magistério na educação básica. Essa combinação de idade e tempo específico é o que distingue a aposentadoria docente da aposentadoria comum, e por isso o registro correto do tempo em sala de aula é decisivo no cálculo.

As regras de transição para quem já contribuía

  • Sistema de pontos, que soma idade e tempo de contribuição, com pontuação que sobe a cada ano
  • Idade mínima progressiva, que aumenta em frações até atingir o teto da regra permanente
  • Pedágio, que exige o cumprimento de um tempo adicional sobre o que faltava na data da reforma
  • Direito adquirido, para quem já cumpria os requisitos antes da vigência da emenda

INSS e regime próprio seguem cálculos distintos

O professor da rede privada e boa parte da rede municipal contribuem para o INSS, enquanto o servidor estadual costuma estar vinculado a um regime próprio de previdência. As regras gerais da reforma se aplicam aos dois, mas os regimes próprios têm legislação complementar própria, com critérios de cálculo e de reajuste específicos. Identificar o regime correto é o primeiro passo, porque um mesmo professor pode ter tempo em mais de um sistema ao longo da carreira.

Documentos que comprovam o tempo de sala de aula

  • Extrato do CNIS e, no regime próprio, a certidão de tempo de contribuição
  • Atos de nomeação, portarias de lotação e histórico funcional
  • Declarações da escola ou da Secretaria de Educação sobre a função exercida
  • Contracheques que identifiquem o cargo de professor
  • Diplomas e registros que comprovem a atuação no magistério

O tempo de magistério nem sempre é reconhecido por inteiro

Um dos motivos mais frequentes de valor a menor é o reconhecimento incompleto do tempo de magistério. Períodos de coordenação pedagógica, licenças ou vínculos antigos às vezes não são computados como tempo especial, o que empurra o professor para a regra comum, menos favorável. Revisar o histórico e cruzar com o CNIS permite identificar lacunas e períodos que deveriam ter entrado no cálculo do benefício.

O cálculo após a reforma mudou a média

Com a Emenda Constitucional 103/2019, o cálculo passou a considerar a média de todos os salários de contribuição desde julho de 1994, sem descartar as menores contribuições, como ocorria antes. Sobre essa média incide um percentual que varia conforme o tempo de contribuição. Pequenos erros no registro de salários ou a ausência de contribuições antigas podem reduzir o valor final, o que torna a conferência da base de cálculo tão importante quanto o cumprimento dos requisitos.

Pontos que merecem revisão

  • Tempo de magistério classificado como tempo comum
  • Salários de contribuição registrados a menor no CNIS
  • Vínculos antigos ausentes do histórico
  • Contribuições concomitantes não somadas corretamente
  • Averbação pendente de tempo em regime diferente

Como o escritório conduz a análise

Antes de discutir a revisão, o escritório reconstitui a vida contributiva do professor e compara o tempo reconhecido com o tempo efetivamente trabalhado em sala de aula. Como advogado de aposentadoria do professor em Salvador, a atuação busca verificar se o benefício já concedido foi calculado corretamente e, quando há erro, orientar sobre a revisão cabível, sempre dentro dos prazos previstos e sem prometer resultado, o que a OAB veda.

O caminho começa no requerimento

A aposentadoria do professor começa por um requerimento administrativo, no INSS ou no regime próprio de previdência, conforme o vínculo. É nessa fase que se apresenta a documentação do tempo de magistério. Quando o pedido é negado ou o tempo especial não é reconhecido, abre-se a possibilidade de recurso administrativo e, em seguida, de ação judicial. Preparar bem o requerimento inicial reduz a chance de negativa por falta de documento.

As vias conforme o vínculo

  • INSS, para professor da rede privada e de parte da rede municipal
  • Regime próprio estadual, para o servidor da rede estadual da Bahia
  • Justiça Federal na Bahia, para disputas envolvendo o INSS
  • Varas da Fazenda Pública de Salvador, para questões do regime próprio estadual ou municipal

A diferença entre discutir concessão e revisão

Uma coisa é buscar a concessão de uma aposentadoria negada; outra é revisar um benefício já concedido com valor incorreto. Os prazos e os documentos mudam em cada situação. Na concessão, discute-se o direito ao benefício; na revisão, discute-se o cálculo. Essa distinção orienta toda a estratégia e evita que o professor ingresse com o pedido errado, o que atrasaria a solução.

Atendimento na capital baiana e online

Como advogado de aposentadoria do professor em Salvador, o escritório acompanha tanto os requerimentos administrativos quanto as ações judiciais na capital, e atende online professores do interior da Bahia e de outros Estados. Grande parte dos atos, hoje, é feita por meios digitais, o que permite reunir documentos e acompanhar o andamento sem deslocamento, preservando a rotina de quem ainda está em sala de aula.

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