
Victor Freire
AdvogadoHá 15 anos ao lado de professores e de famílias de pessoas com autismo, em Direito dos Professores, direitos do autista e Previdenciário.
Atendimento presencial em Salvador e online para todo o Brasil
Para a família que teve a terapia ABA limitada ou recusada pelo plano de saúde. O escritório atua para garantir a cobertura indicada pelo médico, em Salvador e online para todo o Brasil.
Situações comuns de quem depende do plano para a terapia da criança.
O plano impôs limite de sessões para a terapia ABA.
A cobertura da terapia indicada pelo médico foi recusada.
O plano exige método diferente do prescrito.
A demora na autorização atrasa o tratamento da criança.
Um caminho simples e transparente, para você saber o que esperar a cada etapa.
Você conta a situação da sua família pelo WhatsApp ou presencialmente. A conversa inicial serve para entender o que foi negado.
O escritório examina laudos, relatórios, a negativa do INSS ou do plano de saúde e os prazos do seu caso.
Definimos o caminho: pedido ou recurso administrativo ou ação judicial, conforme a situação exigir.
Você acompanha cada etapa e fala direto com quem cuida do caso, com atenção à rotina da família.
Um escritório dedicado a públicos que costumam ser pouco atendidos, com atenção ao seu caso do primeiro contato ao fim.
Há 15 anos o Dr. Victor Freire atua ao lado de famílias de pessoas com autismo, em BPC/LOAS, terapia ABA, educação inclusiva e nos demais direitos garantidos por lei. O trabalho começa por entender a situação da família e explicar, sem juridiquês, os próximos passos.
O escritório fica na Rua Alceu Amoroso Lima, 780, sala 419, em Salvador, e atende presencialmente a capital e a Região Metropolitana, incluindo Lauro de Freitas, Camaçari e Simões Filho, além de todo o estado da Bahia. Para quem está em outra cidade, o atendimento é online para todo o Brasil, por vídeo e WhatsApp.
O escritório é conduzido diretamente pelos dois sócios, do primeiro contato à conclusão do caso.

Há 15 anos ao lado de professores e de famílias de pessoas com autismo, em Direito dos Professores, direitos do autista e Previdenciário.

Sócio do escritório Freire e Shimizu, no atendimento em Salvador e online para todo o Brasil.
Respostas gerais e informativas. Cada caso é analisado individualmente, com atenção às suas particularidades.
Tirar uma dúvida no WhatsAppDesde 2022, os planos não podem impor limite de sessões para terapias de pessoas com transtorno do espectro autista. Recusas ou limitações da terapia indicada pelo médico podem ser questionadas.
A indicação do método cabe ao profissional que acompanha a pessoa. Quando o plano impõe método diferente do prescrito, é possível discutir a recusa.
Nem sempre. Em muitos casos é possível buscar a autorização direta ou uma decisão que garanta a cobertura, sem que a família arque com o custo do tratamento.
A demora que compromete o tratamento também pode ser questionada, inclusive por medida de urgência, conforme o caso.
A proteção alcança as diferentes modalidades de plano. O escritório avalia o contrato e a negativa do seu caso.
Sim. O atendimento é online para todo o Brasil, além do presencial em Salvador.
Um dos avanços mais relevantes para as famílias foi o fim do limite de sessões para as terapias de pessoas com autismo. Desde 2022, a regulação do setor deixou de permitir teto anual de consultas e sessões com psicólogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais e fisioterapeutas para pacientes com transtorno do espectro autista. Na prática, quando o médico prescreve determinado número de horas de terapia, o plano não pode reduzir esse volume por conta própria.
A Lei 14.454/2022 alterou a Lei dos Planos de Saúde, a Lei 9.656/1998, e deixou claro que a lista de procedimentos da agência reguladora é apenas uma referência básica, de caráter exemplificativo. Isso significa que um tratamento pode ser exigido mesmo que não conste expressamente do rol, desde que haja prescrição médica, plano terapêutico e comprovação de eficácia baseada em evidências científicas. A terapia ABA, indicada para muitos casos de autismo, se enquadra nesse entendimento.
O ponto que sustenta o pedido é a prescrição do médico assistente, que define o tratamento e a intensidade adequada para aquele paciente. O plano de saúde não pode substituir esse juízo clínico por critérios administrativos. Como advogado de plano de saúde e terapia ABA para pessoas com autismo em Salvador, o escritório verifica a prescrição, o plano terapêutico e a negativa por escrito para avaliar a via mais adequada diante da recusa.
As terapias do autismo, entre elas a ABA, dependem de continuidade para produzir resultado. Uma interrupção provocada pela negativa do plano compromete o desenvolvimento da criança e pode reverter avanços já conquistados. É justamente esse risco da demora que torna comum, nesses casos, o pedido de tutela de urgência, uma decisão provisória e rápida que determina a cobertura enquanto o processo tramita.
Diante de uma negativa, a família pode e deve exigir a recusa formal, por escrito, com o motivo. Esse documento é importante porque delimita o que o plano alegou e serve de prova. A recusa verbal, no balcão ou por telefone, dificulta a demonstração do ocorrido. Registrar protocolos, guardar mensagens e solicitar a negativa por escrito são passos simples que fortalecem qualquer discussão posterior, administrativa ou judicial.
A relação entre o beneficiário e o plano de saúde é de consumo, e as ações correm, em regra, na Justiça Estadual. Em Salvador, elas tramitam no complexo forense da capital, com possibilidade de pedido de urgência logo no início. Como advogado de plano de saúde e terapia ABA para pessoas com autismo em Salvador, o escritório atua na capital baiana e também online, já que a documentação médica e contratual pode ser reunida e analisada à distância.
Muitas famílias iniciam a terapia por conta própria, diante da urgência, e depois buscam o reembolso do plano. Quando a rede credenciada não oferece profissional habilitado no método prescrito, ou quando a autorização demora, o custeio particular seguido de pedido de reembolso pode ser um caminho. A análise depende do contrato e da comprovação de que o plano não disponibilizou a alternativa adequada em tempo razoável.
Em todas essas situações, o critério que orienta a análise é a continuidade do tratamento indicado pelo médico. O que se busca proteger não é um prestador específico, mas o direito da pessoa com autismo de manter a terapia prescrita sem interrupção. Essa perspectiva ajuda a diferenciar uma simples preferência da família de uma falha real do plano em oferecer o cuidado adequado.
Como advogado de plano de saúde e terapia ABA para pessoas com autismo em Salvador, o escritório reúne contrato, prescrição, comprovantes e a negativa para verificar se houve descumprimento e qual a via proporcional. O objetivo é informar a família com clareza sobre as chances e os caminhos, sem prometer resultado, o que a OAB veda, respeitando a decisão dos responsáveis sobre seguir adiante.
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